Introdução
Uma dúvida muito comum é: “dá para fazer rinoplastia pelo convênio?” A resposta envolve entender a diferença entre estética e função.
O convênio cobre rinoplastia?
De forma geral: não cobre a parte estética, pode cobrir a parte funcional. Ou seja, depende do motivo da cirurgia.
O que é considerado parte funcional?
A parte funcional envolve melhorar a respiração. Exemplos: desvio de septo, obstrução nasal, hipertrofia de cornetos. Nesses casos, pode haver cobertura.
O que costuma ser coberto?
Normalmente, o convênio pode incluir: internação hospitalar, equipe básica, procedimentos funcionais (como septoplastia). Cada plano tem suas regras.
O que não costuma ser coberto?
A parte estética, que envolve: mudança do formato do nariz, refinamento, ajustes visuais. costuma ser particular.
Como funciona na prática?
Em muitos casos: a parte funcional é feita pelo convênio, a parte estética é realizada de forma particular. Tudo na mesma cirurgia. Isso permite tratar estética e função juntas.
Isso reduz o custo total?
Pode reduzir, sim. Principalmente quando há necessidade funcional real. Mas o valor final depende do caso e da estrutura envolvida. Entenda mais sobre os custos.
