Cirurgia funcional do nariz
Para quem respira mal há anos e nunca encontrou solução definitiva
Quando o foco é a respiração — não a estética
Atendimento em São Paulo
Para quem é este procedimento?
Recebo muitos pacientes com queixa funcional pura: obstrução nasal e secretividade. Neste caso não é necessário associar nenhum procedimento estético — a cirurgia funcional pode ser feita isoladamente quando há indicação. E é coberta pela maioria dos planos de saúde.
Recebo três perfis de pacientes:
Queixa primária: Você convive há anos com obstrução, ronco ou sinusites recorrentes. Já tentou tratamento clínico e os sintomas persistem.
Diagnóstico estabelecido: Você já tem diagnóstico de desvio de septo, hipertrofia de cornetos ou sinusite crônica. O foco aqui é definir a técnica e organizar a cobertura pelo plano.
Septoplastia secundária: Você já operou e os sintomas voltaram — ou nunca melhoraram. Tenho prática específica em reoperação. É uma das áreas em que mais me dedico tecnicamente.
O procedimento
Mais informações
O que é a cirurgia funcional?
A cirurgia funcional do nariz engloba diferentes procedimentos, definidos a partir do que está comprometendo a respiração:
A septoplastia corrige desvios no septo nasal — a estrutura que divide as duas narinas. Quando há desvio significativo, o ar não passa de forma equilibrada e o paciente desenvolve sintomas como obstrução crônica, ronco, sinusites recorrentes e cansaço respiratório.
A turbinectomia ou turbinoplastia trata a hipertrofia dos cornetos — estruturas internas que se inflam por fatores alérgicos, infecciosos ou crônicos, ocupando o espaço respiratório.
A sinusectomia trata casos crônicos dos seios paranasais que não responderam ao tratamento clínico.
Em muitos pacientes, mais de uma alteração coexiste. Por isso, a abordagem cirúrgica é sempre individualizada — o plano vem da avaliação completa, não de um pacote pronto.”
Pontos importantes
- Avaliação funcional: A indicação cirúrgica é definida com base em exame físico (videoendoscopia nasal), histórico respiratório do paciente e exames complementares quando necessário. Nem toda obstrução nasal é cirúrgica — algumas respondem a tratamento clínico.
- Combinação com rinoplastia: Quando o paciente tem queixas funcionais e estéticas, a abordagem combinada pode evitar duas cirurgias separadas. Essa decisão é individual e discutida caso a caso.
- Indicação por plano de saúde: Quando há documentação clínica de obstrução nasal significativa, o componente funcional pode ser coberto pelo plano. O componente estético, quando associado, segue regra de pagamento particular ou reembolso.
- Cirurgia hospitalar: Procedimento realizado em hospital, com anestesia geral, em estrutura completa.
Pós operatório
- Primeiros dias: Os primeiros dias envolvem desconforto nasal, congestão e necessidade de lavagem nasal frequente com soro fisiológico. Sem imobilização externa quando a cirurgia é apenas funcional.
- Recuperação respiratória: A melhora respiratória é progressiva. Nas primeiras semanas, a sensação ainda é de obstrução pela cicatrização interna; a respiração mais fluida geralmente se estabelece após 4 semanas.
- Acompanhamento: Retornos próximos nas primeiras semanas para monitorar cicatrização, fazer limpeza e ajustar orientações.
- Possíveis complicações: sangramento, infecção, formação de aderências, persistência de sintomas, necessidade de procedimento adicional. Riscos específicos discutidos em consulta.
Meu plano cobre?
Quando há indicação clínica documentada, a cirurgia funcional é coberta pela maioria dos planos de saúde — incluindo Bradesco, SulAmérica, Omint, Porto Seguro, Amil One, entre outros.
Consulta inicial é particular. É nela que avaliamos o caso, fazemos exame físico e construímos o plano cirúrgico.
A cirurgia é solicitada ao plano com toda a documentação. Após aprovação, é realizada em hospitais credenciados ao convênio.
Honorários: quando o plano cobre, são pagos pelo convênio. Casos com rejeição parcial são discutidos em consulta antes de qualquer decisão.
Clareza financeira é parte do cuidado.
Do primeiro contato à recuperação — sem surpresas
Você nunca vai precisar adivinhar o que vem a seguir

Agendamento
Primeiro contato para entender seu caso

Consulta
Aqui alinhamos expectativas e avaliamos função do seu nariz

Explicações
Já dentro da consulta você recebe um panorama geral de como funciona o processo

Preparação
Exames e avaliação anestésica para garantir segurança

Cirurgia
Procedimento realizado com equipe especializada e estrutura completa

Pós-operatório
Acompanhamento próximo em cada fase da recuperação

Quem opera, acompanha - do início ao fim
Sou o Dr. Victor Carvalho, e escolhi dedicar minha prática integralmente à cirurgia nasal.
Sou otorrinolaringologista com formação complementar em Cirurgia Plástica Facial — ambas pela USP. Além da cirurgia estética, boa parte da minha prática é dedicada à cirurgia totalmente funcional.
Há 5 anos é isso que faço, todos os dias, com mais de 600 cirurgias nasais realizadas. Entre avaliações e cirurgias, a satisfação dos meus pacientes me move.
Um espaço onde você se sente seguro antes mesmo da cirurgia



Atendimento na OÁS Clinic Jardins, em um espaço confortável e estruturado para que você se sinta seguro desde o primeiro contato.
Estrutura hospitalar de alto padrão — porque segurança não é detalhe
Procedimentos realizados em hospitais de referência em São Paulo, com estrutura completa e equipe especializada.
Vila Nova Star
Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 126
São Luiz Itaim
R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 229
São Luiz Jabaquara
Rua das Perobas, 344
São Luiz São Bernardo
Av. João Firmino, 250
Dúvidas sobre Septoplastia
Aqui, reunimos as principais dúvidas de quem tem desvio de septo e busca melhorar a respiração. Sobre dúvidas não contempladas:

O que é desvio de septo?
É uma alteração na cartilagem que divide as duas narinas. Pode ser congênito ou consequência de traumas, e frequentemente compromete a respiração. Leia mais.
Como saber se tenho desvio de septo?
Os sintomas mais comuns são respiração pela boca, ronco, obstrução nasal de um lado, sinusite recorrente e apneia. O diagnóstico é confirmado em consulta com endoscopia nasal e, em alguns casos, tomografia. Leia mais.
Quando a septoplastia é indicada?
Quando o desvio compromete significativamente a respiração e os sintomas afetam a qualidade de vida. Nem todo desvio precisa de cirurgia — a indicação é sempre individual. Leia mais.
O plano de saúde cobre a septoplastia?
Sim. A septoplastia está no rol da ANS e tem cobertura obrigatória pelos planos de saúde quando há indicação clínica documentada. Leia mais.
Como é a recuperação da septoplastia?
Um pouco mais simples que a da rinoplastia. Em geral 7 dias de repouso, sem curativo externo. A maioria dos pacientes retoma atividades externas após uma semana. Atividades físicas ficam restritas por 3 semanas.
A septoplastia muda a aparência do nariz?
Não. A septoplastia trabalha apenas a estrutura interna (septo) — o formato externo do nariz não se altera. Para mudanças estéticas, é necessário associar a rinoplastia (rinoseptoplastia).
Septoplastia é a mesma coisa que turbinectomia?
Não. A septoplastia corrige o desvio do septo. A turbinectomia reduz as conchas nasais (turbinatos) quando estão hipertrofiadas. Frequentemente são feitas juntas. Leia mais.
Quer entender se você tem indicação cirúrgica?
Em consulta, avaliamos juntos o caminho — clínico ou cirúrgico — que faz sentido para você.
Também pensa em fazer estética junto?